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Towards Home

A casa-família que se vai construindo.

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Um dia sim, outro dia não

03
Abr09

É assim que eu tenho passado o meu tempo.

 Na quarta, quando vim da ecografia, estava muito animada e optimista. As minhas expectativas eram baixas e só o facto de ver o coraçãozito a bater e os 10 mm a mais que a miniatura tinha me fizeram logo achar que tudo estava bem e que ia correr bem. Nem sequer me chateei muito, quando a médica me disse que era possível ter de passar a gravidez toda na cama. A minha miniatura estava bem, por isso, nada mais importava.

Ontem à tarde, voltei a ter pequenas perdas de sangue. Voltou a preocupação e a angústia. Acho que voltei à realidade, porque a verdade é que ainda nada está ganho. A minha gravidez continua a ser de risco e, de um momento para o outro, tudo pode ir por água abaixo.

Depois, a chatice e ter de ficar na cama. Já me doem as costas, o rabo, tudo... Eu gosto a agitação do dia-a-dia. Eu sei que este ano na escola as coisas estavam complicadas e que, provavelmente, o excesso de trabalho, as noites mal-dormidas e as constantes preocupações não devem ter ajudado nada. Mas a verdade é que eu sinto falta do trabalho, de me levantar todos os dias e de resolver os mil e um problemas que os miúdos com que trabalho têm.

Além disso, pensar que é possível  não poder ir às lojas comprar todos os acessórios e mais alguns para o/a bebé. Nunca usar roupa de grávida, a não ser pijamas e nunca andar na rua a mostrar um orgulhoso barrigão não foi, definitivamente, a gravidez com que sonhei.

Só espero mesmo que tudo valha a pena e que em Outubro tenha a  miniatura nos braços.

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