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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

É a altura certa?

Pois é. Essa é e será sempre a minha grande dúvida. Apesar de eu achar que não fico sem emprego e que sou capaz de fazer qualquer coisa, a verdade é que essa sombra anda cá. E o maior problema continua a ser a estabilidade. Será que eu consigo ir para casa? Será que se eu vou conseguir dar uma vida sossegadita ao meu filho?

Não sei se já disse isto -  no dia em que fiz o teste de gravidez, verifiquei que, se tivesse mantido o concurso de professores como deveria, tinha ficado colocada perto de casa. Foi uma lufada de ar fresco. Era a primeira vez que isto me acontecia. Vi a luz ao fundo do túnel.

 

O meu problema com a decisão de engravidar é mesmo esse - saber se consigo ter uma vida rotineira e normal, onde haja espaço para uma criança.

Não é dinheiro - eu não tenho muito, mas se estiver à espera de ter, entro na menopausa... (Sim, porque, depois disso, eu vou ser rica, muito rica...);

Não é disposição, porque essa arranja-se de um momento para o outro;  

Não é ter a certeza de que vou ser boa mãe, porque eu sei que vou fazer o melhor que souber e mães perfeitas não existem (ou então são todas - depende do ponto de vista).

O meu problema é mesmo saber se consigo ter uma vida como toda a gente - tipo: dormir com o marido todas as noites, vir para nossa casa no fim de um  dia de trabalho, jantar numa mesa de cozinha e não na secretária do quarto, etc.

E se eu não consigo?

 

Por outro lado, penso que se engravidar, vou ser forçada a concorrer só para perto de casa (e não também para longe, onde acabo por ser colocada primeiro) e isso pode ser o motor da mudança.

 

E se as minhas gravidezes não tivessem acabado mal, eu já tinha uma criança de 4 anos e outra na barriga e a vida já se tinha organizado. Provavelmente já não seria professora (o que, nesta altura, nem me parece mal de todo. Ando mesmo desmotivada com o raio do emprego. Só vale mesmo pelos alunos).

E se torna a correr mal?

Só "ses"...

 

A verdade é que o relógio biológico está a funcionar e o desejo de tentar e de arriscar é muito. Será para o próximo ciclo o início das tentativas.

E a Abelha Maia diz que eu sou capaz de um novo reinício.

 

Bem, este post foi escrito para eu tentar pôr as ideias em ordem e ter mais certezas da minha decisão. Acho que não consegui e o texto vai tão baralhado como as minhas ideias.

Há-de ser o que for...

 

publicado por trintona às 19:45
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1 comentário:
De susel a 7 de Janeiro de 2009 às 11:07
Também tenho medo de ficar sem trabalho.Trabalho no ramo imobiliario e como sabes não está famoso......estou nesta empresa à um ano e apesar de achar que não me mandam embora, as vezes a insegurança bate.......mas há-de ser o que Deus quiser.
Acho que hoje em dia toda a gente tem medo
Tudo se há-de resolver
Beijoca

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